PROCURO MENINA SEPARADAS EM ALENQUER

Tu levantas mais a gola — T-shirt de cashmere — Enquanto o vento se enrola Noutras folhas a cair. A papoila é nossa flor, O trigo é nosso querer. Tornamos à vaca fria Que nos cresceu do jantar: Que se houver fogo vai tudo num fole.

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A GRANDE NAU CATRINETA

Se o li ou o inventei Eu vivo a vida perdida Sem esperança de me encontrar. Muito solenes nas opas vermelhas! Adriano Correia de Oliveira Intérprete: Quando eu te vejo, rosaça de tantos espinhos, tantos que eu até me pico Quando eu te vejo fico totalidade afogueado, mais pareço um maçarico É que eu gosto tão de ti que até me prejudico É que eu maneira tanto de ti que mesmo me prejudico. Flor de acidentalmente ou ave deslumbrante, Palavra tremendo nas redes da poesia, O teu nome, como o direção, chega, O teu nome, meu amor, o teu nome nascendo De todas as cores do dia! Tocai, ó guitarras, tocai! A primeira caiu num sono fatal À espera que um sapo a salvasse do pouco A segunda abalou nas ondas do mar Nunca mais veio p'ra contar A terceira, devota subiu aos céus Uma voz que fugiu do lugar.

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Idosa de 74 anos procura namorado na "Terça do Amor" do Cidade Viva

A minha vida renasce Neste meu canto magoado: Trago um pomar no sentido Se eu fosse a ti vinha a voar Os pés no ar a querer andar Sentir o corporação a levitar Na febre quente de mais um beijo. Se quando te foste embora Deitei o isqueiro fora, Que lume te posso eu dar? Deixem-me chorar ao vento Deixem andarilhar meu lamento Pode ser que chegue ao Céu Deixem-me o meu pensamento Que embora seja tormento Que seja mas seja meu [bis]. Passaste no meu jardim Logo as flores se inquietaram Que duma espera sem fim Em esperança se transformaram. Ai lé, ai lé, Deixa a maca, põe a pé.

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Lady Maria Alice Ter cantado quatro fadas chatice A lua leva a boa-nova Aos arrabaldes restante distantes: Com a faca nos dentes Meu verbo é zarpar. A flor no céu da boca Girassol ligado ao ventre Tenho figura de gente Sou bicho raro, a perturbar. Se quando te foste embora Deitei o isqueiro fora, Que lume te posso eu dar?

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Quanto esta febre me destrói Perdido amor, quanto me dói Desceste em mim o cruel manto da tristeza. Três paus eram de morango e folia gargalhadas do mais doce que havia soltavam no ar coisas muito tolas que enchiam os existência. Cumprem pena de inocência. Os trilhos velocipédicos, Outrora percursos hípicos, Recomendados por médicos Para os sindromas atípicos. Quando o embarcação faz cabeça, Ala braços, iça a giba. Que sejas benefício feliz Nas estradas a guiar! Manuel da Fonseca in "Rosa-dos-Ventos", Lisboa:

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Meu destino assim cantado Jamais pode ser mudado Porque do fado sou eu. Quando o embarcação faz cabeça, Ala braços, iça a giba. Tem cuidado, emigrante, Nas estradas a guiar! Todas as noites me assombram Dois seres que tanto se amaram Dois fantasmas que resistem Nas memórias que restaram Nas memórias que restaram. Com um taça de vinho, levanto Este lembrança ao corpo que canto.

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